Som do Dia

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Difícil de encarar de frente 
Tão fácil de gostar pra sempre
Você mostrou, algo que eu queria saber
Que a distância não dá para perceber
Encontrei 
Ternura, alegria e simpatia em você
Nem pensei
Guardei um lugar especial para você


De: G.B

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010



"Eu não tenho medo de negar o que sinto por você, 
A única coisa que tenho medo é de te perder,
De nunca mais te ver"


Por: Isis Chagas




"Certos amores são como flores, 
Temos que regar, regar, regar até afogar ..."




Por: Paula Borba






"Os rios da minha ansiedade me levam para o mar de teus lábios" 




Por: Isis Chagas e Paula Borba

terça-feira, 30 de novembro de 2010







"Há tanta coisa que eu queria te falar, mas por esse momento apenas me abrace..." 


Por: Helton K.


"O amor não é um lugar onde entramos e saímos, 
Ele é uma casa, e depois de entrarmos fechamos a porta para nunca mais sair"






Por: Paula Borba

segunda-feira, 29 de novembro de 2010



"Dê tempo ao tempo 
Dê tempo às minhas decisões,
Às minhas escolhas
Dê tempo para que eu possa descansar
Dê tempo para as nossas vidas,
Dê tempo para eu respirar"



Por: Paula Borba

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

"Meu amor por ti
 é como as ondas do mar,
 que não desistem de amaciar as rochas,
 que são como teu coração
 quando se fecha para mim!

 Mas quando eu te vejo
 meu coração dispara,
 e a unica opção que tenho
 é declarar,
 que eu te amo!

 E tua resistência à mim
 não me enfraquece,
 mas me dá forças,
 forças para insistir.
 Pois no fundo eu vejo o teu amor por mim!"


Por: Daniel Pedro
"Um dia de paz,
 só ao teu lado.
 Um dia de amor,
 só ao teu lado.
 Um dia de terror,
 só longe de você!

 Mas como terror,
 se estais sempre em meu coração.
 E ele esbanja amor,
 só por você.
 Pois no final você traz a paz
 que eu tenho em mim!

 Mas nem essa paz,
 que é tão grandiosa,
 pode me poupar do terror
 de viver sem o seu amor!"


Por: Daniel Pedro

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

A CASA AMARELA



     Era uma manhã ensolarada e fazia muito calor apesar de ser 09:00 horas, o dia estava realmente quente , o céu um azul intenso sem nenhuma nuvem, o vento nem se atreveu passar por ali naquela manhã, mas nem ligávamos só queríamos era nos divertir afinal, de contas era domingo, nosso ultimo dia para brincar porque na segunda teríamos que ir a escola, estudar e estudar, brincávamos de casinha, passar o anel, adivinhar a música, mímica, foram tantas brincadeiras que nem  consigo lembrar, de todas só uma que ficou bem marcada em minha memória, a brincadeira de esconde- esconde, essa foi a última  que fizemos naquele dia, porque foi através dela que nossas vidas mudaram.
    Estávamos brincando de esconde-esconde, procurando um lugar que não fosse fácil para nosso colega achar, foi quando nos deparamos em frente da casa amarela, aquela era a temida, a residência dos Wolf, já há muito tempo abandonada e com suas paredes pintadas de amarelo que já estava desbotado pela ação do tempo, sim ali seria o  lugar perfeito. O Pierre que era o colega que deveria nos procurar nunca poderia nos achar ali, já que tinha medo daquela casa porque todos falavam que era mal assombrada e que coisas ruins aconteceram no passado naquele lugar.
    Como eu e a maioria da turma éramos maiores que ele e estávamos juntos, achamos melhor nos escondermos ali e quando o Pierre menos esperasse agente salvavam a todos e ele sempre ia ser o vigilante a nos procurar.
    Então estava combinado iríamos nos esconder naquela casa velha e abandonada, para entrar tivemos que passar por um portão de madeira caindo aos pedaços que fez um barulho para abrir, confesso que deu arrepios, nessa hora olhamos um para o outro e Kleber, o mais velho, disse: “vocês estão com medo de que? É só um portão velho e enferrujado por não ser usado há muito tempo...”
    Então tomamos coragem e seguimos em frente, afinal já éramos grandes e não íamos dar importância a contos de fada,  passamos pelo jardim, quer dizer o que ficou do jardim só mato e algumas trepadeiras trazidas pelos pássaros que por ali passavam . A piscina ou o que restava dela agora era apenas um deposito de folhas secas e sem falar nas gigantescas arvores  com seus galhos enormes que dava um certo ar de mistério e  medo ao ambiente reforçando assim  o que todos falavam daquele lugar.
    Enfim, chegamos à frente da casa, adentramos na varanda e todos pararam, ficamos assim alguns minutos que pareceiam uma eternidade, ninguém balbuciou um só som, eu particularmente prendi a respiração, o que vimos foi uma cadeira velha caindo aos pedaços e nela estava uma pessoa sentada, e quase deixei sair um grito horripilante que travou na minha garganta. Minhas pernas tremiam tanto que tinha a sensação que ia cair a qualquer momento, confesso já estava arrependida de ter ido me esconder naquele lugar. 
    Aquela cadeira nos tirou do serio, mas foi ai que o Kleber que estava mais próximo  quebrou o silencio com uma gargalhada que invadiu  todo o ambiente,  nesse mesmo momento  todos assustados deram um passo para atrás, nada disso, quase saímos correndo de lá... Mais logo ele falou, ei gente calma voltem, é apenas uma boneca gigante, descabelada largada nessa cadeira a muito tempo,  ufa!  Todos tiveram a mesma reação, rirmos muito, e pensei, “o que o medo num faz hein?” Após cada um olhar a boneca sobre a cadeira como se quiséssemos conferir se era o que o Kleber  tinha falado.  Resolvemos ir mais alem, nossa curiosidade agora estava  maior apesar do medo,  ao  deixar  a boneca para trás passamos por uma mesinha redonda ainda sobre ela  estavam  duas xícaras  um bule e um prato  vazio que imaginei  que nele deveria  ter bolo ou biscoitos, pensei “alguém tomou chá ou café por aqui e esqueceu de recolher isso”, qual seria o motivo  para o Wolfs saírem assim, deixando tudo para trás? O que teria acontecido com eles? Perguntas só perguntas sem respostas, mas já que estávamos ali poderíamos tentar desvendar todo esse mistério e acabar de vez com os comentários sobre a Casa Amarela.
    A varanda acompanhava toda casa, e fomos passo a passo dando a volta ao redor dela e para nossa surpresa vimos que a porta da cozinha estava semi- aberta, hesitemos mais o Kleber disse, “já que estamos aqui vamos ver o que tem lá dentro”.
Assim foi feito, nessa altura Pierre já estava cansado de nos procurar e resolveu voltar para a casa, achando que nós já tínhamos ido embora e feito ele de bobo.
Mas a nossa aventura estava apenas começando e nem imaginávamos o que poderíamos encontrar naquele lugar, além de fantasmas...
Entramos na casa, nossa, eram tantas teias de aranha, folhas, secas das árvores, poeira sem falar na bagunça que estava por lá, cadeiras caídas pelo chão, algumas quebradas, um fedor de mofo muito forte misturado com lixo. Vimos um gato preto sair correndo de trás de um baú, com isso sentimos mais medo ainda, afinal, falam que é já é ruim ver um gato preto, agora imagina nessa situação...
Fiquei a observar tudo ao meu redor, a mobília ainda estava boa apesar de algumas coisas já estarem deterioradas pelo tempo, podíamos ver que os móveis foram feitos com madeira de boa qualidade, em fim tudo era de um bom gosto muito requintado, apesar da sujeira e do desprezo em que se encontravam, imaginei tudo aquilo à anos atrás, as festa, as reuniões, almoços tudo  que aconteceu  naquela casa, e a pergunta sempre ficava na boca dos moradores da redondeza, “o que teria acontecido ali para abandonarem tudo assim”, e agora eu  perguntava  isso também, voltei dos meus pensamento e me dei conta que o chão era coberto por um tapete vermelho, lógico que surrado pelo tempo já estava cheio de furos, percorremos toda a sala e levamos muitos  sustos pelos ratos, baratas, besouros, aranhas gigantescas que subiam e desciam tecendo suas teias e pelo telhado já bastante destruído , nos propiciava em meio a toda aquela bagunça e sujeira um belo espetáculo,  era o seguinte, através das telhas quebradas entravam raios do sol fazendo com que os fios das teias ficassem de varias cores  dando um aspecto menos pavoroso e até deslumbrante naquele lugar, ri baixinho e resolvi me concentrar no que o pessoal estava fazendo.
E com cuidado para não nos machucarmos, fomos olhar mais dois cômodos que davam continuidade a sala, acho que deveria ser a cozinha ou a copa, mas resolvemos ir lá em cima, o resto ficaria pra depois, com todo cuidado  fomos subindo devagar e segurando na parede e no corrimão que acompanhava de um lado e do outro da escada, podemos observar quadros  que tinham fotos de pessoas  e Kleber disse que deveriam  ser dos que viveram ali, foi quando tive a idéia de tentar endireitar um desses quadros  que estava fora do lugar, quando fui  ajeitá-lo sentir o chão se abrir em baixo de mim  e então  deslizamos rapidamente por um túnel liso, frio e escuro, acredito que  estávamos a mais de  80km por hora, todos gritávamos e o eco de nossos gritos  eram repetidos e misturados a cada grito fazendo assim um confuso e estarrecedor som, até que chegamos ao fim e caímos  em algo  melequento e gelatinoso, tentei  levantar mais escorregava, estava tudo muito  escuro  não tinha como saber onde e nem como era aquele lugar, foi quando o silêncio foi quebrado pela voz do Kleber , “gente todos estão bem?”, E começou a falar os nossos nomes “Johnny... Laís...” E respondíamos com a palavra sim, após sabermos que estávamos  todos bem, sem grande machucões, resolvemos tentar ficar juntos de mãos dadas  essa foi a parte difícil,  estava tudo escuro e não sabíamos se o lugar era  grande ou pequeno, nem um som além das nossas vozes.
A escuridão daquele lugar nos levava constantemente a imaginar que alguém nos observava ali a gente não via, mais tínhamos a impressão que não estávamos sós. Naquele lugar tinha oxigênio só não sabíamos até quando íamos telo... O que era curioso é que aquela massa ou gelatina que amorteceu nossas quedas não nos molhava era apenas fria, eu tentava tocá-la e  senti-la mais ela não tinha consistência  e escorregava  pelos meus dedos... Kleber falou, “vamos procurar uma saída, mas antes vamos tentar dar a mãos, quando cada um encontrar o colega pegue na mão dele e parta para procurar o outro de forma que todos estejam de mãos dadas” e assim foi feito, não sabemos por quanto tempo passamos assim procurando uns pelos outros, mas sei que demorou bastante.
Já com todos achados e de mãos dadas partimos para a mesma direção devagar e com cuidado, na primeira vez não foi fácil, teve gente que caiu, escorregou bastante, mais conseguimos  andar muito e tivemos a sensação de que o lugar era bastante grande, foi quando conseguimos ouvir um som de água, como se fosse uma grande  queda  d’água pensei em voz alta, “parece uma cachoeira, será?...”  E continuamos devagar caminhando em frente todos de mãos dadas. Foi quando o silencio foi quebrado por Johnny, “gente vamos passar nossas mãos de forma que fiquemos abraçados entrelaçados uns nos outros é mais seguro porque se alguém cair podemos evitar a sua queda e não corremos o risco de largar a mão do outro”, todos concordamos e assim passamos andar abraçados.
O Som das águas foram aumentando e com isso também começamos a sentir o ar umedecer então eu disse pela minha experiência de escoteira, “galera tem uma cachoeira por perto posso sentir o cheiro da água e esse som e de uma queda d’água, temo que a caminhada possa ficar mais escorregadia daqui pra frente, mais vamos conseguir chegar a um lugar...”
Foi quando Johnny falou “gente vocês nem vão acreditar”, e todos responderam ao mesmo tempo “o que foi?” Ele falou “lembrei que coloquei na minha jaqueta hoje uma pequena lanterna”, a peguei porque imaginei  que iríamos observar na arvore da praça a casa das formigas de  roça... Laís disse, “cara isso é uma relíquia procura ela ai vamos parar, mas de forma que todos fiquem juntos para não correr o risco de nos perdermos , assim foi feito paramos  e nos soltamos  para que o Johnny procurasse a  lanterna... Quando ele achou todos bateram palmas  e gritaram  “hipê hipê hurra”,  bom a lanterna não era lá essas coisas, mas ajudou bastante. O foco dela nos deu a visão de não ter que nos deparar com algo a nossa frente, pelo menos a um metro de distancia, já era alguma coisa pra, quem num via um palmo além do nariz.
Resolvemos prosseguir assim nos abraçamos novamente e seguimos o som das águas eram cada vez mais próximo mais o lugar ainda era escuro, percebemos que estávamos descendo, pois o terreno começou a declinar...
Paramos e o Kleber falou “gente não sabemos o que vem pela frente estamos andado há horas e até agora nada mudou apenas o som das águas ficaram mais próximas e a umidade aumentou, mas não sei se vocês sentirão a mesma coisa que eu, meus pés estão ficando molhados... Isso quer dizer que em breve podemos ter água sobre os pés em vez dessa massa gelatinosa...”
Não sei se isso seria bom ou ruim, ninguém tinha idéia do que iria acontecer conosco, estávamos todos cansados e famintos, a boca seca pedia água, mas prosseguimos, combinamos que não pararíamos até achar a saída.
Aos poços a água ia subindo já não sentíamos a gelatina mais a água era morna e isso nos deixou mais aliviados porque temíamos o frio, nesse momento escutamos o som de asas sobre nossas cabeças e Johnny falou “não temam são apenas morcegos”, então lhes disse “morcegos? que bom”, então disse Kleber “vamos seguir o som dos morcegos se eles entraram nesse lugar é porque existe uma saída”, e assim fizemos,  após  caminharmos  bastante e com água  quase chegando  na cintura  sentimos uma  brisa gelada em nossos rostos, para nossa alegria claro, isso significava que a saída estava próxima andamos mais uns 500 metros acredito, vimos algo muito longe  que parecia um vagalume  e na medida que íamos a avançando ia crescendo e pudemos ver que era  uma luz amarela, nossa, foi com tamanha alegria e  com  nossos corações saltando do peito e quase sem fôlego que percebemos que essa luz era da boca de uma manilha dessas gigantes que o pessoal coloca em esgotos, então resolvemos  passar nela  um atrás do outro em fila mas com muito cuidado ... E foi nesse momento que chegamos a boca da manilha e a surpresa foi tamanha, estava lá o guarda olhando assustado para nos e perguntou “...ah! então eram vocês? fazendo esse barulho todo “, quando íamos explicar, eu ouvir minha mãe chamar, ai o susto foi maior dei um pulo para frente e quase  caí da cama. Foi quando percebi que tudo não passou de um sonho... Levantei, fui olhar pela janela e lá estava à casa amarela no  mesmo lugar,  dando  seu ar sinistro na esquina da rua  45...


Por: Isis Chagas

terça-feira, 16 de novembro de 2010

CONCEITOS IMPORTANTES DO FILME FAHRNHEIT 09/11 -






    George W. Bush assumiu a presidência através de forma injusta. Enquanto as emissoras diziam que a Flórida apoiava Al Gore, a emissora Fox News Channel anunciou a vitória de George W. Bush, só que o encarregado das decisões da Fox naquela noite que anunciou a vitória de Bush era o primo em primeiro grau de Bush, John Ellis.
    Bush não teve apoio da população nos primeiros 8 meses. Ele não conseguiu nomear juízes, teve dificuldades para aprovar suas leis e perdeu o controle republicano no Senado. Seu índice de aprovação nas pesquisas caiu. Ele já começava a ser visto como presidente sem futuro. Quando tudo estava dando errado, ele resolve tirar férias, mais do que merecido depois de tanto esforço, não?
    Em 11 de Setembro de 2001, aproximadamente 3 mil pessoas morreram no maior ataque estrangeiro em solo americano. Os alvos foram centros internacionais e militares dos Estados Unidos. No momento do ataque, o Sr. Bush se dirigia para uma escola na Flórida ao saber sobre o primeiro avião que atingiu o World Trade Center que os terroristas já tinham atacado 8 anos antes. O Sr. Bush decidiu prosseguir com a sua manobra publicitária. Quando o segundo avião atingiu a torre, o chefe do Estado-Maior entrou e disse para o Sr. Bush: “O país está sob ataque”... Sem saber o que fazer, sem ninguém para lhe dizer o que fazer nem mesmo o Serviço Secreto disponível para lhe dar proteção, o Sr. Bush se sentou e continuou a ler “My Pet Goat” para as crianças. Cerca de 7 minutos se passaram sem que ninguém fizesse nada. Para quê fazer alguma coisa? Besteira! Em vez de trabalhar mais, George W. Bush apenas se divertiu com suas férias. Será que se ele tivesse trabalhado mais, feito reuniões, lido relatórios, isso teria acontecido?
    “Devemos fechar todos os aeroportos dos Estados Unidos”. Milhares de viajantes ficaram retidos. Há aviões autorizados por altos escalões do governo para retirar parentes de Osaman Bin Laden e outros sauditas dos EUA.
    O James R. Bath que foi riscado do registro de 2004 que acusava Bush manter relações com a família Bin Laden, era amigo de Bush, uma pessoa que realmente investiu nele. James Bath, amigo de Bush, foi contratado pelos Bin Laden para administrar e investir seu dinheiro no Texas. E James Bath, em troca, investiu em George W. Bush.
    George W. Bush deu a um assassino em massa 2 meses; será que na realidade ela tinha outros propósitos no Afeganistão, o gás natural?
    “Guerra ao Terror”, o povo americano estava com medo. Tudo era motivo de medo. Os terroristas manipulavam o povo, eles não sabiam o que fazer...
    Então o Decreto Patriota, adotado pelo Congresso e assinado por Bush mudou a forma de o governo fazer seus negócios. O Decreto Patriota permite buscas em registros médicos e financeiros, conversas por computador e telefone e até livros pegos em bibliotecas. Muitos aceitaram.
    Enquanto a segurança da pátria impedia o leite materno nos aviões, fazia o possível para que não se detonasse uma bomba a bordo. “Senhores na academia: ruim. Grupos pela paz em Fresno: ruim. Leite materno: péssimo. Mas fósforos e isqueiros no avião: Ei, tudo bem!” Os policiais não têm treinamento, informações de como prender um terrorista.
    Em 19 de março de 2003, George W. Bush e o Exército dos EUA invadiram a nação soberana do Iraque. Uma nação que nunca atacou os Estados Unidos. Uma nação que nunca ameaçou atacar os Estados Unidos. Uma nação que nunca assassinou um único cidadão americano.
    Bush passou a maior parte do ano justificando a invasão do Iraque. Bush dizia que lá havia armas químicas, apesar de até hoje não terem encontrado. Bush fez pessoas acreditarem que realmente havia uma ameaça lá, quando, de fato, não havia. “Sempre ouvimos coisas que não acontecem, e isso não nos incomoda”.
    Muitos soldados perderam suas vidas, famílias destruídas por algo que não havia necessidade; pois não havia ameaça vinda do Iraque.
    Com a guerra diferente do planejado e o Exército precisando de muitos soldados, foram em busca de recrutas em locais arruinados pela economia. Locais onde a única chance de emprego é servir ao Exército.
    Senão fosse o petróleo, não haveria motivação. O petróleo foi o motivo da invasão. Tudo apenas por lucros, pela economia. “Bom para os negócios, ruim para as pessoas”.
    Por princípio, a guerra é planejada para manter a sociedade à beira da fome. A guerra é a fúria dos governantes contra suas próprias ideologias.
    O filme “Fahrenheit 11/9” destaca que o George W. Bush se tornou presidente de forma injusta. Destaca também mostrar o sofrimento das famílias que perderam seus filhos, de uma invasão sem necessidade, de um presidente que não soube governar bem. Um presidente sem futuro, que estava apenas interessado na economia, no gás natural. A Guerra é lucrativa para empresas americanas.





Por: Paula Borba

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

"Quadrilha"





João amava Teresa que amava Raimundo
que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili
que não amava ninguém.
João foi para os Estados Unidos, Teresa para o convento,
Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia,
Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes
que não tinha entrado na história

Composição: Carlos Drummond de Andrade


Por: Paula Borba

Patativa do Assaré

                            
                                         Importância de Patativa do Assaré


Patativa de Assaré não pertenceu ao grupo dos cantadores e violeiros que improvisam em diversos modos (gêneros poéticos) noites a fio para diversão de quem se reúna para ouvi-los. Mas, sim, a um tipo intermediário entre o improvisador de desafios e o poeta erudito, o tal poeta matuto: compõe seus versos escritos nos moldes dos poemas clássicos com padrões de rima e métrica bem definidos, mas usa uma linguagem simples, quase um dialeto, com o qual se comunica diretamente com o homem comum, o roceiro (que ou ficou no campo árido ou fugiu para a periferia dos centros urbanos próximos ou distantes de seu lugar de origem).
Poeta de livro e folheto, Patativa também se dedicou à composição, musicando poemas de sua própria lavra, alguns dos quais se tornaram grandes sucessos de público - como foi o caso de Triste Partida, na voz de Luiz Gonzaga, e Vaca Estrela e Boi Fubá, uma de suas toadas gravadas pelo amigo, conterrâneo e grande divulgador Raimundo Fagner. A composição musical, bem diferente do improviso poético dos violeiros, foi seu jeito de romper os limites do desprezo e do desconhecimento das grandes platéias urbanas em relação à incompreendida poesia matuta, gênero do qual foi tão príncipe (como se dizia antigamente dos melhores poetas) quanto Seu Lua foi Rei do Baião.
Sua poesia serve a sua gente: descreve sua vida, ou seja seu convívio com a paisagem ou com outros viventes.

Antônio Gonçalves da Silva, dito Patativa do Assaré, nasceu a 5 de março de 1909 na Serra de Santana, pequena propriedade rural, no município de Assaré, no Sul do Ceará.




Por: Paula Borba

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

A Política Brasileira







História:
Brasil Colônia (1500/1822): 
 Contar a história das eleições no Brasil é falar da construção da cidadania, da cristalização da democracia brasileira.
 Todas as eleições para os governadores municipais obedecem, até 1828, as determinações do rei, adotadas em todas as regiões sob domínio português.
 As primeiras eleições gerais no Brasil os cidadãos de cada freguesia nomearam os compromissários, que escolheram os eleitores de paróquia. Estes designaram os eleitores da comarca, que, finalmente, elegeram os deputados. As formalidades eram tantas que essas eleições duraram vários meses e algumas províncias sequer conseguiram eleger seus representantes. Esse complexo processo eletivo só evoluiu para eleições diretas em 1881, com a lei Saraiva.


Brasil Império (1822/1889):
 A independência do Brasil obrigou o país a aperfeiçoar sua legislação eleitoral, que passou a ser influenciada pelo modelo francês.


1ª Fase da Justiça Eleitoral:
 A modernização do processo eleitoral só aconteceu em 1932, quando Getúlio Vargas criou o Tribunal Superior de Justiça Eleitoral, órgão responsável por todos os trabalhos eleitorais.Surge o primeiro Código Eleitoral, com novidades como o voto feminino e a previsão do uso da máquina de votar. Pela primeira vez, a legislação fez referência a partidos políticos, mas, ainda assim, permitiram-se candidaturas avulsas. Em 1935, mudanças no Código não alteraram as conquistas de então, mas em 1937, com o Estado Novo, Vargas extingue a Justiça Eleitoral.


Brasil República (1889/ aos dias de hoje):
 Com a Proclamação da República, o modelo passou a ser o norte-americano. Na República Velha, prevaleceu a "política dos governadores", em que o presidente da República apoiava os candidatos indicados pelos governadores.
 O resultado, quase sempre previsível, ainda poderia ser pela Comissão de Verificação de Poderes do Congresso, que costumava excluir alguns dos eleitos. Eram chamadas "degolas".


2ª Fase da Justiça Eleitoral:
 Em 1945, na esteira da redemocratização, Vargas restabeleceu a Justiça Eleitoral por intermédio de decreto-lei que trouxe como inovação a exclusividade dos partidos políticos na apresentação dos candidatos.




 Com essas informações, agora sabemos com mais clareza como funcionava/funciona a política no Brasil.




Por: Paula Borba

Pessoas com deficiência física também merecem nossa ajuda e atenção!



    Se a pessoa usar cadeira de rodas, é importante saber que para a pessoa sentada é incômodo ficar olhando para cima por muito tempo, portanto, se a conversa for demorar mais tempo do que alguns minutos, se for possível, lembre-se de sentar, para que você e ela fiquem com os olhos no mesmo nível.

    Ajudar as pessoas com deficiência sem a vontade dela, muitas vezes é prejudicial,  então é importante antes de ajudar perguntar se ela quer a ajuda e como ela quer, para que seja mais eficiente.

    Trate-as como pessoas comuns. Não se acanhe em dizer os termos “andar” e “correr”. As pessoas com deficiência física empregam naturalmente essas palavras.




Por: Paula Borba

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Libertada de um amor



 Amor. Essa é a palavra que se encaixa em nosso coração. A ternura, desejo e paixão, tomam conta do nosso coração. Emanuel, tão meigo, gentil e amável. Seus olhos negros, belos e cheio de ternura. Seus cabelos lisos, sedosos são deslumbrantes ao balançar do vento. Seu sorriso é lindo, seus lábios são doces. Seus braços são fortes e todo o seu corpo me aquece quando a frio. Sua beleza é indescritível.
Amamos-nos tanto!
Certo dia, fomos passear. Foi um dia lindo e encantador, mas havia algo muito estranho com o Eduardo (meu namorado). Eu disse que o amava e fui beijá-lo quando ele virou o rosto e com uma voz firme e fria disse que precisávamos conversar. O quê? Seu amor acabara? O encanto acabou?
Tristeza. Tudo foi ao chão. E os meus sonhos de amor? Não sei mais falar sobre o que é o amor. Tudo parecia tão perfeito e eterno, até que o navio de amor afundou.
Meus olhos ficaram pesados, olheiras (de choro) que eu costumava dizer que era o excesso de trabalho e noites mal dormidas. Tudo uma mentira, mas eu precisava esconder meu sofrimento.
Quando voltava do trabalho, Guilherme, meu amigo me vê indo para casa e diz:
- Oi!
- Oi
- Eu soube o que houve entre você e Emanuel....
- Ele quem te contou?
- Sim, e ele também pediu para eu falar com você...
- Veio aqui só por causa dele?
- Não. Ele não manda em mim. Vim porque me importo com você.
- Eu ainda o amo tanto!...
- Quer andar para conversar mais um pouco?
- Pode ser mais tarde? Eu estou desarrumada e com a roupa de trabalho...
- Certo. Então nos vemos mais tarde?
- Onde?
- Eu passo na sua casa.
- Tudo bem. Tchau.
- Tchau Rebeca.
Eu não me sentia sozinha mais, me sentia tão bem!
Fiquei no banho como não costumava ficar. Me perfumei, escolhi uma roupa (não foi tão fácil, eu estava muito feliz em sair com ele, mesmo sendo apenas para conversar), esperava ansiosamente o toque da campainha.
“Tindom”. É o Guilherme?! Quando abro a porta, lá está ele
- Você está tão linda e perfumada (diz ele com risos)
- E você também está muito belo (eu falava a verdade, eu nunca o vi tão elegante!)
- Vamos?
- Já sabe para onde iremos?
- Vamos para a orla
Quando chegamos lá, conversamos muito, mas não falamos sobre o Emanuel.
Quando eu andava de costas falando com o Guilherme, eu bati em Emanuel,
- O que você está fazendo aqui? (pergunta ele)
- Eu e o Guilherme estamos apenas conversando, e você?
Quando ele ia falar uma moça diz:
- Namorando. Agora vamos indo... Não é meu benzinho?
Ela o beija.
Como eu fiquei mal com aquilo. Eu e o Guilherme perdemos a emoção da conversa. Por que aquilo acontecera logo agora?
Eu tentei retomar as palavras, eu estava muito confusa... e quando olho pra ele, ele me beija. Longo beijo,
- É muito bom te ter aqui! (Diz ele)
Dou um sorriso e continuamos a andar, de mãos dadas.
Depois daquele dia, começamos a namorar. Com a ajuda do Guilherme, eu me libertei do amor que eu tinha com o Emanuel.
Hoje sou casada com Guilherme e nos mudamos para Minas Gerais. Sou muito feliz com ele. Nos amamos muito. Ele foi a melhor coisa que me acontecera!

“Nada faz sentido quando
Você não está aqui.
É como se meu mundo inteiro desaparecesse.
Sem você qual é o sentido das coisas?”



I Just Call You Mine






Por: Paula Borba