"Para quê o nascer do sol todos os dias,
se são eles iguais?
Se não há esperança em um novo amanhecer,
para que viver?
Se a plenitude morre quando a noite chega,
para que adormecer?
Se a luz do dia te faz entorpecer,
para que ela insiste em amanhecer?
Se a tristeza pela manhã é chegada,
para que despertá-la?
Deixe-a dormir!
Não levante-a!
Não desperte-a!"
Por: Paula Borba
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